EU:
Monossílabo tônico como a água que eu gosto acompanhando meu rum.
HUM:
Som automaticamente emitido quando a conversa me é desinteressante. (Quase sempre)
SEMPRE:
Puta palavra escrota. Próxima!
PRÓXIMA:
Remete à esperança, continuidade, deslocamento.
DESLOCAMENTO:
Volte ao topo.
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
25 de jul. de 2014
25 de dez. de 2013
Por ele o impossivel
Como é ruim, a sensação de impotência. Sinto que a distância tomou-me os dois braços, aniquilou-me as pernas e arrancou-me o coração pela boca. Tudo pesa, tudo doi. Sinto-me eventualmente paraplégica.
Tudo que eu queria nesse mesmo segundo era estar perto daquele que amo, mesmo que, se necessário fosse, ficar quieta ao lado, fazendo-me presente. Dói agudo lá no canto mais remoto da alma, essa agonia de ver quem amo sofrendo e não poder fazer nada. Gostaria de arrancar-lhe todas as dores pra mim, prefiro tudo sobre meus ombros do que ficar aqui observando e esperando o tempo e essa angústia passarem. Eu juro, suportava. Suportava só por saber que nele não habitaria mais dor alguma!
Inverossímil me soa, uma pessoa tão querida, tão amada, aos meus caprichosos olhos augusta, sentir a menor pontada de dor. Faz-me querer enfrentar esse Deus e perguntar por quê. Faz-me querer pedir que tudo viesse para mim. Consigo ser forte por nós dois, já suportei tanto.. e acho que é bem por isso que me lateja a alma ver alguém tão amado por mim se doendo.
Queria arrancar com os dentes todo penar do peito dele, que amo tanto. Queria só parar o mundo, pra deixa-lo se encolher em mim ate tudo isso sanar. Eu juro, ficaria ali o tempo que fosse. Por ele o impossivel.
Tudo que eu queria nesse mesmo segundo era estar perto daquele que amo, mesmo que, se necessário fosse, ficar quieta ao lado, fazendo-me presente. Dói agudo lá no canto mais remoto da alma, essa agonia de ver quem amo sofrendo e não poder fazer nada. Gostaria de arrancar-lhe todas as dores pra mim, prefiro tudo sobre meus ombros do que ficar aqui observando e esperando o tempo e essa angústia passarem. Eu juro, suportava. Suportava só por saber que nele não habitaria mais dor alguma!
Inverossímil me soa, uma pessoa tão querida, tão amada, aos meus caprichosos olhos augusta, sentir a menor pontada de dor. Faz-me querer enfrentar esse Deus e perguntar por quê. Faz-me querer pedir que tudo viesse para mim. Consigo ser forte por nós dois, já suportei tanto.. e acho que é bem por isso que me lateja a alma ver alguém tão amado por mim se doendo.
Queria arrancar com os dentes todo penar do peito dele, que amo tanto. Queria só parar o mundo, pra deixa-lo se encolher em mim ate tudo isso sanar. Eu juro, ficaria ali o tempo que fosse. Por ele o impossivel.
Marcadores:
Desabafos,
Textos,
Textos Dedicados
7 de set. de 2011
One thing I know is that it's keeping me down
É nos momentos de solidão que a alma é plena
Nos momentos de vazio que o espírito se engrandece
Na reflexão, em pensamentos dançantes eu me embalo em nostalgia
Naqueles espaços do existir que são tão meus... nas dúvidas tão queridas!
Respondidas nesse silêncio ensurdecedor.
Me sinto engrandecer, alimento-me da energia do nada em mim!
Esse nada gigantesco, que me preenche e me torna Golias, um Apollo do meu mundo particular.
Athena em meus caminhos bifurcados, um Raskolinikov no meu auto-julgamento.
Sou tantos em um só, tantas forças em um ser resumido em fraqueza
"You loved me 'cause I'm fragile when I thought that I was strong
But you touch me for a little while and all my fragile strenght is gone.(...)
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be!"
Nos momentos de vazio que o espírito se engrandece
Na reflexão, em pensamentos dançantes eu me embalo em nostalgia
Naqueles espaços do existir que são tão meus... nas dúvidas tão queridas!
Respondidas nesse silêncio ensurdecedor.
Me sinto engrandecer, alimento-me da energia do nada em mim!
Esse nada gigantesco, que me preenche e me torna Golias, um Apollo do meu mundo particular.
Athena em meus caminhos bifurcados, um Raskolinikov no meu auto-julgamento.
Sou tantos em um só, tantas forças em um ser resumido em fraqueza
"You loved me 'cause I'm fragile when I thought that I was strong
But you touch me for a little while and all my fragile strenght is gone.(...)
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be!"
19 de abr. de 2011
Self Induced Amnesia
Vivo ouvindo pessoas me dizendo pra me desprender do passado.
Isso não faz com que eu viva menos o meu presente, tenho certeza disso... E além do mais, porque eu me iria desfazer de algo que me faz bem?! As partes ruins a gente deleta, finge que não aconteceu... Mas eu gosto de guardar as boas. Gosto de procurar em um cantinho ou outro na minha alma algo que me faça dar um sorrisinho de leve, traz meu humor de volta em alguns momentos chatinhos.
Eu acredito que tem tanta, mas tanta coisa que simplismente nos marca, como a ferro quente e não há nada que possamos fazer para que essa marca saia. Por mais que a esqueçamos por algum tempo, ela vai estar ali, toda linda e, quando olhar pra ela vai lembrar do instante exato em que te foi inflingida. Isso é mágico. Tanto mágico quanto trágico, eu diria. Tem muita coisa que machuca lembrar, mas como toda boa masoquista, algumas dessas lembranças doloridas me fazem gargalhar sozinha de vez em quando.
Tenho lembranças de épocas meio tenebrosas da minha vida, que eu gostaria de ter pulado e isso teria feito um bem danado... Mas confesso, que algumas ainda me fazem rir e ficar ali, avoada, pensando e quando vejo, já passou tanto tempo!
Não tenho lá um exemplo de passado, mas é MEU, e eu faço exatamente o que eu quiser com ele. Jogar fora é que não vou. Ele que me construiu, fez de mim hoje tudo que sou... Cada pedacinho, cada lugar, pessoa, momento, riso, choro, briga, disilusão, todo e qualquer santo detalhe dele é uma palavrinha escrita no livro que é minha vida. Pode ser uma obra bem escrota do mais puro realismo, mas é meu, meu livro.
É parte de mim e, do que é meu eu não me desfaço. Sou autora do meu livro, e cada rascunho, cada notinha de roda-pé tem sua importância magnânime, de extrema nobreza por mais baixo que seja.
Acho que o passado é sempre um bom exemplo pro presente, é sempre uma colherzinha de açucar quando se precisa de momentos bons e uma voz de experiência até mesmo inconveniente nos momentos em que precisamos dela. É importante sim, lembrar do que aconteceu, para que o que foi bom fique tatuado e que perpetue teu sorriso, e o que foi ruim não se repita, que te faça aprender e te dê forças para mudar o que se é necessário.
Uma vez uma pessoa muito querida me escreveu:
"(...)Te empenha em endireitar os quadros tortos nas paredes da tua alma e faz da morada do teu espírito um lugar cada vez mais aconchegante e harmonioso"
Meu passado? É um agente deveras importante nesse processo.
12 de mar. de 2011
I'm digging my own hole.
You were never too good and it was never all for real. All you said were lies and you put them away so well, that your truth the others could never steal. But that's how it ends up, the time is going by and you getting behind. And this mess you're in, these troubles you're stuck within... everything you made it yourself. Now figure out a way of fixing it up, cause this hurt it grows inside, and it will forever dwell. It lingers in and it comes out in tears, but they never carry the pain you struggle with. In each day find another reazon to breathe, in each hour you lose beg for another snap in the face so you can feel real.
You made your life suck. You made all alone.
This shit will fuck you up.
11 de ago. de 2010
Sobre mim? Sou feita de dúvidas: as empilho cuidadosamente uma a uma nesse meu peito já pesado e as mimo - me são infinitamente preciosas. Nessa minha fortaleza me escondo, por de trás de mil e uma incertezas e as amo... É através delas que rabisco esse mundo com a minha presença. É o meu duvidar que aviva a minha chama de esperança. A certeza me deprime, me arranca da alma um pedaço. A dúvida me excita, me guia, me faz ir atrás da verdade. Ocasionalmente, eu gosto de pensar que talvez nem mesmo eu exista. Quem sou eu para discordar?
Emoção. É o que mantém-me viva. É para ela que vivo! Salvos sejam os sentimentos! Desde o pesar mais escroto, até mesmo a felicidade mais absurda! Intensifico! Dramatizo, faço pose de heroína e faço cair por terra qualquer um que me contrarie! Pois é pelo arder no peito é que vivo, seja de dor, seja de amor! Eu preciso sentir! Que se mandem as mal-comidas e os borocoxôs, me tragam emoção! Um pouquinho de vida, por favor.
Defensora de minha opiniões, hedonista! Eternamente fiél para com minhas vontades e prazeres, porém covarde. Covarde por ter medo da vida e do mundo como é. Por olhar em volta e ver depravação, a escória. Me orgulho por enxergar... Mas é aquela velha máxima: "Ignorância é felicidade". Já quis desistir de mim, mas eu vejo que nada nesse mundo é mais importante do que sou e do que guardo aqui dentro. Chame de egoísmo, do que quiser... Mas não me conceitue, me faça o favor de não querer me rotular, que Ana Vitória Cabral Infante da Câmara Teixeira só há uma. Esta sou eu.
E se meu futuro exigir alguma cor, eu o pintarei de preto.
Emoção. É o que mantém-me viva. É para ela que vivo! Salvos sejam os sentimentos! Desde o pesar mais escroto, até mesmo a felicidade mais absurda! Intensifico! Dramatizo, faço pose de heroína e faço cair por terra qualquer um que me contrarie! Pois é pelo arder no peito é que vivo, seja de dor, seja de amor! Eu preciso sentir! Que se mandem as mal-comidas e os borocoxôs, me tragam emoção! Um pouquinho de vida, por favor.
Defensora de minha opiniões, hedonista! Eternamente fiél para com minhas vontades e prazeres, porém covarde. Covarde por ter medo da vida e do mundo como é. Por olhar em volta e ver depravação, a escória. Me orgulho por enxergar... Mas é aquela velha máxima: "Ignorância é felicidade". Já quis desistir de mim, mas eu vejo que nada nesse mundo é mais importante do que sou e do que guardo aqui dentro. Chame de egoísmo, do que quiser... Mas não me conceitue, me faça o favor de não querer me rotular, que Ana Vitória Cabral Infante da Câmara Teixeira só há uma. Esta sou eu.
E se meu futuro exigir alguma cor, eu o pintarei de preto.
Assinar:
Postagens (Atom)