11 de fev. de 2015

Eu te amo.

Eu te amo; Eu te amo; Eu te amo!! E o repetiria aos quatro ventos e faria as ondas de todos os mares carregarem em suas cristas a mensagem divina do meu querer casto! E te amo como o acordar de meus sentidos e o amanhecer das noites a mais escura! Atinge-me como o enlaçar da raiz da mais frondosa árvore o desejo de tê-lo sempre junto a mim! E amo! Amo tanto! Todo e qualquer detalhe de toda sua minuciosidade: os amo! Cada fonema uma sílaba de um verso amoroso e, cada fio de cabelo um tear de enlace sagrado! Como a nada na vida eu te quis hoje, como nunca antes eu te prometi silenciosa o mundo e meu nome - tens tudo! E eu te amo; eu te amo; eu te amo! A alegria que me toma; o desenrolar de meus lábios em um sorriso jocoso; o adormecer tranquilo de um dia após o outro; a vaidade e o gosto em amar-me; tudo e todos! Teu! Só teu!

4 de fev. de 2015

Met-amor-fose

Corro os olhos em carimbos de versos defasados
Febres de eloqüência transbordando viver pesado
No preto das letras residia mais o cinza opaco
Cinza que é a cor e o resto do meu cigarro

Mas hoje minha retina é manchada de aquarela
Cores teimosas-dançantes, borrando as linhas
Agora febres de silêncio e contemplação serena
Enxergo a vida e a obra de maneira mais bela

Cada letra agora arremesso com dificuldade
O braço pesa não pela ausência de inspiração
Mas pelo êxtase de enfim vivenciar felicidade
É mais fácil olhar por nós através das cores

Deixar os rascunhos de lado
Rabiscar sorrindo o maior dos amores.




26 de jan. de 2015









Coroando do meu imenso apreço objeto
A luz derramava como se houvesse ali farol
Eu transbordei sorriso e entornei afeto

24 de jan. de 2015

Eu que por mil vidas intensa
Justo eu presa à singular cadência:
Andar desacompanhado minguante
Nos lábios mantras, murmurante
Permiti-me tamanha displicência
Apresentar meu canto
Presentear meu canto
Assim com esmero, retribuir encanto

Flui fácil o desaguar do meu mar


 


Om namah Shiavaya

Manhã pousou na garganta fazendo vir música
Aquela que há tempo não sentia o gosto de cantar
Voz que é minha e dou para o mundo e é por amar
Não só Shiva atendeu e veio a dor cessar
Como Vishnu junto a Krishna a me acalentar
E a cantiga que me aquece é baixinha
Quase uma prece
Um lembrete
Que o canto existe para quem sabe encantar